sábado, 1 de dezembro de 2007

A noite vem como consolo
Ao coração q sangra por amor
Colhendo dos olhos saudosos
lágrimas de desespero e dor

A bela dama vaga triste
sem direção e sem furor
em sussuros existe
seu suave clamor

Seu príncipe amado partiu
seu coração pequeno
com adeus desiludiu
seu rosto sereno
marcado pelas lágrimas ficou

nas aguá turvas do destino
sua imagem se perdeu
na inôcencia de um menino
seu sorriso desfaleceu

Suave como a noite
triste como a lua
vaga a bela dama
por entre as sepulturas

as portas de sua alma
abertas para a morte
suspira pela paz e a calma
que lhe tirara a própria sorte

Seus pulsos sangram incessantes
como as feridas de seu amor
com chamas fulmegantes
destruístes sua paz e trouxeste a ti o horror

Desprezada pela vida
maltratada destruída
sua beleza omitida
pela saudade reprimida

dama solitária
quem dera estar contigo
defender-te do perigo
sarar a tua dor

quem dera beijar teus lábios
embriagar-me em teus desejos
dos manjares de teus beijos
afogar-me sem pudor

Um comentário:

Anônimo disse...

Adorei as poesias flávia
vou entrar sempre pra ler
são mt bonitas mesmo
ameiiii
bjoss