terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O castigo de minh'alma

Fria permanece minh'alma
tanto gritar;
mas já não há voz

sei que há algo errado comigo
não pode ser assim...
não pode ser pra sempre...

A morbidez a me embriagar
e vou voando por caminhos desconhecidos
a procurar uma razão
que me faça reviver...

Quero falar, quero querer
talvez não mais exista nos céus
uma estrela por mim a brilhar,
meus pés cansados
ja não podem caminhar...

Talvez no leito da morte
ja não haja razão
que me faça permanecer...

As portas se fecharam
As flores desflolharam
A vergonha paira no ar
banhando-me com sua chuva
ferindo-me com sua verdade...

Contra mim os montes se elevaram
as luzes se apagaram
os desejos se extigüiram...

A dor é minha fiel companheira
como anjo enxuga minhas lágrimas
errei, agora mereço castigo
e não há no mundo castigo pior que o meu...

Antes viesse a mim, a morte
mas por vingança da sorte
eu não a mereço,sou corpo sem alma
sou luz sem explendor...

Sou homem fraco e sem amor
como o mais nojento dos vermes
rastejo-me ao chão...

Causo asco nas donzelas
e pavor na solidão
sou o que restou,
dos restos dos mortais!!!

3 comentários:

Anônimo disse...

Amei esse poema ficou bem claro os sentimentos expressados nele!!!

Anônimo disse...

Bem flá suas poesias são mto legais!!! E vc continue sendo sempr assim!!
Bjaum Rodolfo

Anônimo disse...

OI COISA!!!!
POE O LINK DÁ COMUNIDADE AI!!!